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O Teatro da Rainha, criado pelo cenógrafo José Carlos Faria, então membro da Casa da Cultura das Caldas da Rainha e pelo encenador Fernando Mora Ramos, ligado à companhia do CCE (Centro Cultural de Évora), surgiu em 1985, nas Caldas da Rainha, a convite da Casa da Cultura, então sedeada no espaço do antigo casino, defronte ao Hospital Termal.A companhia estruturou-se nessa altura a partir de dois esteios de referência: por um lado a Casa da Cultura vinha desenvolvendo um trabalho teatral com enquadramento profissional, orientado por José Peixoto, professor do Conservatório Nacional; por outro, ao aceitar o convite da Casa da Cultura para criar um núcleo teatral profissional, estava-se em condições de fazer o balanço da primeira fase da descentralização teatral, a que tinha arrancado com a fundação do Centro Cultural de Évora. Para além destas fortes matrizes, condicionantes concretas do aparecimento da Rainha, há que referir a estadia de Fernando Mora Ramos em Itália, como bolseiro da Fundação Gulbenkian, no Piccolo Teatro de Milão, acompanhando o trabalho de Giorgio Strehler, momento de aprendizagem intensamente criativo que naturalmente se veio a reflectir nas opções e caminho da Rainha.







